terça-feira, 12 de junho de 2012

Jantar Dançante!!!!


CONVITE:

O PTG General Osório Convida a todos para participar do  JANTAR DANÇANTE, que se realizará dia 15 de Junho de 2012, na sede do GBCG, localizado a Rua Duque de Caxias, nº 535, com animação grupo JM, cardápio será: Arroz inglês, Arroz colorido, Bife de frango ao molho de maionese, maminha recheada, salada com maionese, salada verde, Batata Dorê, vendas de ingressos antecipadas até dia 13/06/12, valor do ingresso é de R$ 12,00, crianças menores de 07 anos não pagam, na compra de 04 ingressos tem direito de reserva mesa,  contatos com Gustavo Piñeiro(Patrão) pelo fone 53-84128157 , Anelize (sota-capataz) pelo fone 53- 91007870/84399967 ou com Caetano pelo fone53-32612014/84288831.
Certos de sua atenção e na expectativa de contarmos com sua participação, desde já agradecemos sua presença.
 att
anelize

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Chocolate Quente...


ingredientes

  • 02 litros de leite
  • 01 colher (sopa) de margarina
  • 01 lata de leite condensado
  • 01 colher (sopa) de amido de milho
  • 04 colheres (sopa) de chocolate em pó

modo de preparo

Ferva o leite e coloque a margarina.
Mistures todos os outros ingredientes e acrescente no leite fervido.
Deixe ferver e quando começar a engrossar desligar o fogo.
Bata claras em neve e misture.

Quentão de Vinho(ou Vinho Quente)

Ingredientes: 


  • 1 garrafa (750 ml.) de vinho tinto suave
  • A mesma medida de água
  • 1 copo de cachaça
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 10 paus de canela
  • 10 cravos-da-índia
  • lascas de gengibre(1 colher de sopa)


Modo de Preparo:

Leve ao fogo a água, o açúcar, o cravo e a canela. Mexa até dissolver o açúcar. Quando iniciar a fervura, abaixe o fogo e deixe fervendo por 20 minutos.
Acrescente o vinho e a cachaça. Depois que a fervura for retomada, aguarde mais 5 minutos.
Desligue o fogo e sirva imediatamente, em canecas (usei uma taça na foto só para ficar mais apresentável), passando pela peneira para reter os cravos e a canela.

Dicas e Complementos:

Você pode acrescentar à água a casca de dois limões, ou de uma laranja.
Se você encontrar aquela canela em pau de primeira linha (que custa 5 vezes mais que a comum), pode usar menos paus.
  • Tempo de preparo: 30 minutos
  • Rendimento: 6 canecas

Origem do quentão:

Quentão é uma palavra de origem caiprira, como o folclorista Amadeu Amaral em"O Dialeto Caipira"refere como uma das mais tradicionais bebidas servidas durante as quermesses e festas juninas no Brasil. É relacionada às noites frias das festas.
Consiste originalmente em uma mistura aquecida de aguardente,gengibreaçúcar e especiarias.
Outra bebida popular, tipica tambémcaipira e quase uma variação do quentão é o vinho quente. Este amplamente consumido nas festas do sul do Brasil.
Curiosidades:
Entre 1532 e 1548, os primeiros colonizadores descobriram o vinho da cana-de-açúcar. No séc.XVI, a cachaça já era moeda corrente para compra de escravos na África. Incomodada com a queda do comércio da Bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da Cachaça. Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a Aguardente de Cana de Açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, abatida por um grande terremoto em 1755.


Para a Cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o "literário", para manter as faculdades da Côrte. Como símbolo dos Ideais de Liberdade, a Cachaça percorre as bocas dos Inconfidentes e da população que apoia a Conjuração Mineira. A Aguardente da Terra se transforma no símbolo de resistência à dominação portuguesa (daí a nossa cachaça se chamar "10 vidas", em homenagem à Tiradentes).


Com o passar dos tempos melhoram as técnicas de produção. A Cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas - o famoso Quentão.


CACHAÇA "10 VIDAS" (da FAZENDA GOVÊRNO)... BULA E MODO DE USAR:
A cachaça amarela é pra ser tomada pura e resfriada (de preferência em torno de 16 graus). Um néctar dos deuses!
Os especialistas dizem que está entre as melhores do Brasil.

quinta-feira, 24 de maio de 2012


Batalha de Tuiuti
Conflitos da América Latina
24-05-1866

Este acontecimento teve inicio em: 24-05-1866 e terminou em 24-05-1866
Vencedor: Brasil
Forças em presença:

Paraguai

Brasil

Argentina

Uruguai

24 Maio 1866

Batalha de Tuiuti

Desde que o Paraguai tinha perdido a iniciativa, no inicio de 1865, que as forças aliadas, Brasil Argentina e Uruguai tinham aumentado a pressão sobre o Paraguai, tomando posições, se bem que lentamente em território do país. Além de tomar posições dentro do Paraguai, as forças aliadas, tinham vindo a aumentar muito o numero de efectivos.

O ditador Paraguaio Solano Lopez, pretendia com um forte golpe, destruir as forças aliadas e empurra-las para a outra margem do rio Paraná, para território brasileiro.

As tropas aliadas, encontravam-se próximo às margens do rio Paraná (do lado paraguaio) e preparavam-se para avançar sobre território paraguaio.
Solano Lopez tenta juntar um exército tão numeroso quanto possível para forçar a retirada das forças aliadas para a outra margem do rio Paraná.

O ataque é efectuado ao fim da manhã de forma algo desorganizada com um avanço directo sobre o sector central ocupado por forças uruguaias e brasileiras.

Ao mesmo tempo que tentam forçar a vanguarda aliada, os paraguaios tentam envolver os flancos ocupados por tropas brasileiras de um lado e argentinas do outro.

Durante a tarde, as forças paraguaias atacam incessantemente à custa de grandes perdas, sem que os seus ataques tenham conseguido desarticular as defesas aliadas. A sua relativa inferioridade numérica e o facto de terem atacado demasiado tarde no dia, contribuiu para que os ataques paraguaios não funcionassem como sería de esperar.

Ao fim da tarde, as várias tentativas paraguaias tinham fracassado, e as suas forças obrigadas a retirar com enormes baixas.

A batalha de Tuiuti, a maior batalha campal na América Latina, que envolveu mais de 50.000 homens, foi um desaire tremendo para os paraguaios, tendo segundo algumas fontes sofrido 12.000 baixas sendo metade relativas a mortos e os restantes a feridos ou prisioneiros. As forças aliadas, em posições defensivas e contando desde o inicio com superioridade numérica sofreram muito menos baixas.

O Paraguai falhou assim na sua tentativa de levar a guerra para território inimigo, e na tentativa falhada, perdeu uma parte muito considerável do seu exército, o que incluía as suas tropas mais válidas.

24 de maio, o dia do Telégrafo

Em 24 de maio de 1844, Samuel Morse null emite a primeira mensagem telegráfica, enviada de Washington a Baltimore. Em 1872, o continente americano já era cruzado por mais de 300 mil quilômetros de linhas.
Morse era um tipo polivalenre: nasceu em Charleston, em 27 de abril de 1791 e morreu octagenário, em Nova Iorque, em 2 de abril de 1872. Foi um inventor e pintor de retratos e cenas históricas dos Estados Unidos. Mas tornou-se mundialmente célebre pela suas invenções: o código morse e o telégrafo com fios.
E nós, do vinho, com isso?
Ah! uma história curiosa. Duas figuras especiais da nossa confraria -- o João Condé e o Hans Henningsen -- trocaram certa feita um telegrama que entrou para o nossofolclore. Condé era adido cultural da nossa embaixada em Lisboa e o Hans um viajador incansável, já que colunista esportivo, representante da Puma e um gormet-bom-de-bico à antiga. Bom, passa por Lisboa, vai jantar no Sua Excelência, do sobrinho-neto do Eça de Queiroz e, no embalo "enológico" compra uma caixa (12 ampolas) de Barca Velha. No dia seguinte passa na casa do João e diz: "vou deixá-las aqui para não andar sacudindo de avião com essas preciosidades. Na volta, levo tudo para o Brasil". E viaja.
Uns dez dias depois, em Paris, recebe um telegrama do João Condé: "prezado Hans, peço licença para abir a sexta garrafa..." (Obviamente de sacanagem).
Telegrama do Hans de volta: "vá à merda, João!".
E continuaram amigos até a morte do querido arquivista de Caruarú.