quarta-feira, 9 de maio de 2012
Danças e Ritmos
As danças ocupam um espaço nobre dentro do
tradicionalismo gaúcho. Tanto como expressão de emotividade quanto uma
manifestação de arte, que requer técnica e habilidade. Desde os primórdios, a
dança se constitui num exercício para corpo e um descanso para espírito. A
topografia do terreno, a vestimenta, o espírito, a idiossincrasia e a
emotividade do indivíduo, foram os pontos de apoio em que se assentaram as
bases para a formação coreográfica que se criou em cada setor do universo.
Segue algumas danças e ritmos:
Anu: Dança típica do fandango gaúcho, o anu foi
dança predileta do gaúcho Sul-Rio-Grandense, em meados do século passado. A
partir daí se amoldou às características desta nova geração coreográfica, com
nítida influência das danças platinas sob comando. É legítima dança de pares
soltos, mas não independentes.
Balaio: O balaio é brasileiro da gema e procede
do Nordeste. O balaio guarda nitidamente a feição de nossos velhos lundus que
criaram, no Nordeste do Brasil, o baião ou baiano. O nome “balaio” origina-se
do aspecto de cesto que moças dão as suas saias, quando o cantador diz: “moça
que não tem balaio, bota a costura no chão”. Trata-se de dança sapateada e, ao
mesmo tempo, dança de conjunto.
Bugio: Este ritmo puramente gaúcho, rude como
animal das indomáveis querências, brotou da gaita 48 baixos de Neneca Gomes –
Wencelau da Silva Gomes – nas serras de Mato Grande, 5.º distrito de São
Francisco de Assis, o umbigo Rio Grande do Sul, como denominava Getúlio Vargas
esta região. Muito popular nestes pagos por suas habilidades musicais, Neneca
Gomes procurou imitar o ronco do Bugio por volta de 1928, tendo em seguida
chegado numa espécie de canto cadenciado que levou o nome de “os Três Bugios”,
em homenagens a estes bichos domesticados que tinha em casa. A música
muito popular entre os gaiteiros da região missioneira de São Francisco de
Assis, Santiago. Bossoroca, Jaguarí e São Borja, ganhou impulso e notoriedade
maior a partir dos estudos musicais realizados por Paixão Cortes e Barbosa
Lessa e, posteriormente, com a gravação dos irmãos Bertussi e um pouco mais
tarde a divulgação feita pelo músico Leonardo. O Bugio é uma composição de
notas retratando a vida simples da campanha onde a dança permanece muito
cultuada embora a música tenha ganho as cidades. “O Bugio é cantado em diversas
facetas. Em momentos representa o piá arteiro, peão destemido, moço faceiro
etc. Noutra o próprio animal, numa defesa e valorização ecológica da fauna
gaúcha.
Cana-Verde: A “Cana-verde” chegou de Portugal,
e se tornou popular em vários estados brasileiros. Naturalmente foi adquirida
cores locais, em cada região e dessa forma produzindo variantes da
dança-origem. A coreografia foi a mais difundida no nordeste e litoral do Rio
Grande do Sul.
Chimarrita ou Chamarrita: Com os nomes de
Chama-Rita, foi introduzida pelos colonos açorianos ao inicio da formação do
Riu Grande do Sul. Desde a sua chegada, a “chamarrita" foi-se amoldando às
subseqüentes gerações coreográficas. Do Rio Grande do Sul (e de Santa
Catarina), a dança passou ao Paraná, ao Estado de São Paulo, bem como às
províncias argentinas de Corrientes e Entre-Rios, onde ainda hoje são populares
as variantes “Chamarrita e Chamamê”.
Chote de duas damas: Bonita variante do chote,
em que o homem dança com duas damas simultaneamente. Essa presença de duas
mulheres não é raridade: antigas danças germânicas também foram assim, os
platinos tiveram o “palito”, e na cidade de São Paulo dançou-se da década de 20
um “chote militar” com duas damas. Não necessita de melodia específica,
dança-se ao som de um chote comum. Por nós é dançada com partitura de “Chote
Laranjeira”.
Chote Inglês: Dança de salão difundido nas
cidades brasileiras ao final do século XIX. Suas melodias, excutadas ao piano
nos centros urbanos, chegaram a ser conhecidas no meio rural. Registramos
algumas variantes de chote inglês em várias regiões do Rio Grande do Sul.
Chula: Um dos mais importantes livros-de-viagem
referente ao Estado do Rio Grande do Sul – a “Notícia Descrita da Província do
Rio Grande de São Pedro do Sul,” escrita por Nicolau Dreys em 1817 e publicada
em 1839 - foi acentuado por uma passagem da obra, em que o viajante nos fala
que a sociedade dos gaúchos era uma sociedade sem mulheres. Naquela época,
“gaúcho” era um termo pejorativo indígena, homem sem lar e sem querência – bem
distinto do campeiro das estâncias, apegado à terra e à família. O tempo
passa-se em jogar, tocar ou escutar uma guitarra n’ alguma pulperia, e às
vezes, dançando chula, sem a participação de mulheres, enfim a chula é dança de
agilidade masculina ou de habilidade sapateadora, em que os executantes
demonstram suas qualidades individuais.
Dança dos Facões: Danças de esgrima, em que, ao
invés de porretes ou bastões, se usam espadas ou facas de verdade, são
registradas na Ásia, na Europa Oriental, na África muçulmana, em regiões onde
se encontram aglomerados predominantemente masculinas. Cada dançarino mune-se
de dois facões, afiados, e as evoluções exigem destreza, acuidade, reflexos
rápidos.
Malambo: Tradicional sapateado argentino,
executado apenas por homens. Do folclore o malambo passou ao teatro
tradicionalista argentino e hoje foi incorporado, com muito entusiasmo às
festas típicas dos tradicionalistas uruguaios e sul-riograndeses. Além de uma
melodia tradicional, inconfundível, há várias melodias de malambo criadas por
eméritos compositores platinos, dando oportunidade ao surgimento de notáveis
criações coreográficas, artísticas, onde os dançarinos fazem malabarismo com
base no tema folclórico original.
Maçanico: Com o nome “Maçanico” surgiu no
Estado de Santa Catarina e daí passou ao nordeste e litoral do Rio Grande do
Sul. É uma de nossas danças mais animadas. O nome maçanico é corruptela de
maçanico, ave das lagoas.
Pau-de-fitas: Nenhuma dança, como o “Pau-de-fitas”, pode merecer, com tamanha propriedade, o nome “dança universal”, e é de todo infrutífero, ao pesquisador, tentar buscar-lhe o ponto geográfico de origem, pois a “dança das fitas” parece surgir de todos os lados e em todos os povos. A tese mais acertada é a do folclore argentino Carlos Veja que vê na “dança das fitas” uma sobrevivência das solenidades de cultura às árvores, tão disseminada entre os povos primitivos.
Pau-de-fitas: Nenhuma dança, como o “Pau-de-fitas”, pode merecer, com tamanha propriedade, o nome “dança universal”, e é de todo infrutífero, ao pesquisador, tentar buscar-lhe o ponto geográfico de origem, pois a “dança das fitas” parece surgir de todos os lados e em todos os povos. A tese mais acertada é a do folclore argentino Carlos Veja que vê na “dança das fitas” uma sobrevivência das solenidades de cultura às árvores, tão disseminada entre os povos primitivos.
Pericóm: Como reflexo do que ocorrera em Paris
e em toda América, surgiu no Prata, na primeira dança de um conjunto chamada
“Pericom”. Da província de Entre-rios e a Banda da Oriental do Uruguai o
”Pericom” passou à campanha do Rio Grande do Sul. Na fronteira entre o Brasil e
o Uruguai.
Pezinho: O “Pézinho” constitui uma das mais
simples e ao mesmo tempo uma das mais belas danças gaúchas. Como dança e como
elemento de festas, foi e é ainda muito popular em Portugal e nos Açores, veio
a gozar de intensa popularidade no litoral dos estados brasileiros de Santa
Catarina e do Rio Grande do Sul.
Ratoeira: Dança em formação de roda, aparentada
com as cirandas, que se difundiu nas áreas de cultura açoriana do Estado de
Santa Catarina. No Rio Grande do Sul sua presença foi assinalada apenas no
litoral-norte e planalto de Vacaria
Rilo: Paris importou juntamente com as
contradanças uma dança da Escócia chamada ‘reel’ em formação de roda e
utilizando a figura do 8, com o nome ’ril’ a dança foi apreciada nos salões
brasileiros em meados do século passado e daí chegou aos meios rurais
rio-grandenses, onde a denominação foi aportuguesada para ‘rilo’.
Roseira: Uma das danças regionais sul-rio-grandenses onde se percebe maior parentesco com danças regionais de Portugal, numa confirmação de tese do foco de origem comum.
Roseira: Uma das danças regionais sul-rio-grandenses onde se percebe maior parentesco com danças regionais de Portugal, numa confirmação de tese do foco de origem comum.
Sarrabalho: É uma das danças gaúchas mais
características da geração coreográfica de pares soltos, com o homem parecendo
perseguir à mulher, ambos castanholando com os dedos, forte sapateado, tudo de
acordo com a longínqua origem ibérica.
Tatu, com volta no meio: Nos primeiros tempos, o “tatu”, como legítima dança do fandango, consistia num sapateado pelos pares soltos, sem maiores características. Posteriormente, o “tatu” sofreu a intromissão, em sua coreografia, da “Volta-no-Meio” – uma dança que tornou popular no Brasil em meados do século passado.
Tatu, com volta no meio: Nos primeiros tempos, o “tatu”, como legítima dança do fandango, consistia num sapateado pelos pares soltos, sem maiores características. Posteriormente, o “tatu” sofreu a intromissão, em sua coreografia, da “Volta-no-Meio” – uma dança que tornou popular no Brasil em meados do século passado.
Tatu Novo: Em 1954, quando da visita de Porto
Alegre da Sociedade Crioulla El Pericón, de Montevidéu, foi prestada uma
homenagem aos visitantes com uma dança nova, deliberamente montada pelo CTG
“35” para assinalar aquele grato encontro. Trata-se de uma adaptação à
música do “Anuário”, com base do antigo sapateado à gaúcha. Essa criação
coreográfica tornou a ser apresentada posteriormente, por outros grupos, e
ganhou nos círculos tradicionais o nome de tatu “novo”.
Tirana do Lenço: A “tirana” foi uma das danças espanholas mais difundida na América Latina. Afirma-se que a “tirana” nasceu em Madri, em 1773, lançada pela cantora Maria Rosário Fernandez, esposa de um ator cognominado “El Tirano”.
Tirana do Lenço: A “tirana” foi uma das danças espanholas mais difundida na América Latina. Afirma-se que a “tirana” nasceu em Madri, em 1773, lançada pela cantora Maria Rosário Fernandez, esposa de um ator cognominado “El Tirano”.
Caranguejo: Diz Oneyda Alveranga que o
“caranguejo foi popular no país todo e sobre ele há referência desde o século
XIX. É dança grave, de pares dependentes, lembrando uma muito possível origem
no minueto. No Rio Grande do Sul o primeiro registro musical foi feito por
Alcides Cruz, para o “Anuário do Rio Grande do Sul”, de 1903.
Rancheira: É uma versão da mazurca, muito
divulgada no séc. XIX em toda a comunidade européia. Este ritmo é também muito
conhecido no sul da Argentina como ranchera ou, inicialmente, “mazurca de
rancho”.No Rio Grande do Sul, segundo Paixão Cortes e Babosa Lessa, a divulgação
deste ritmo se deu em maior escala com o aparecimento do rádio, sendo uma
versão regional da mazurca polonesa. Sua coreografia é executada de três
maneiras: primeiro como uma espécie de valsa, típica da fronteira; depois, à
maneira serrana, a rancheira sendo dançada com maior vitalidade, com forte
marcação na primeira batida; finalmente, ela é dançada no litoral, onde sua
forma mais usada é a marchadinha, ou seja, com passos duplos de terol (segundo
Paixão Cortes e Barbosa Lessa são passos duplos de marcha), onde o homem
empurra e puxa a mulher e onde o par se segura nos cotovelos, como a Chimarrita
Balão (dança do folclore gaúcho).Na primeira maneira de dançar, ou seja, na
rancheira da fronteira, a marcação é como valsa, ma com a diferença de que é feita
uma forte marcação no primeiro passo, no tempo mais forte da música, maneira
esta mais utilizada na fronteira do Estado. A segunda é a rancheira serrana,
cujo passo é executado saindo do chão, com vitalidade e sendo mais pulada, mas
mantendo os passos da primeira. A diferença está na execução. A terceira
marcação possível é a de utilizar sua coreografia é de forma puladinha ou
marchadinha, como a utilizada no litoral do Rio Grande do Sul.
Chimarrita-Balão: A “Chimarrita-Balão” é
conhecida somente no litoral-norte e planalto-do-nordeste do Rio Grande do Sul.
“Balão” foi uma dança bastante vulgarizada em Portugal no Século passado, e
teve, no Brasil, variantes como ‘Balão-Faceiro”. Não encontramos, a não ser na
denominação, a mínima semelhança entre a “Chimarrita-Balão” e a tradicional
“Chimarrita”.
Chamamê: Ritmo originário da Argentina, a
difusão deste gênero de música na década de 40 se deve em princípio às
gravadoras de Buenos Aires e advento do rádio.No Rio Grande do Sul a entrada
deste ritmo se deve em muito a proximidade do Brasil e suas fronteiras com
países como a Argentina e o Uruguai. Outros gêneros de músicas como a Milonga,
o Tango e o Bolero tiveram e ainda têm influência direta na história da formação
musical do Rio Grande do Sul. Assim também o chamamê teve sua influência na
cultura musical do Estado, principalmente nos últimos vinte anos; foi um dos
que mais se popularizou, fazendo hoje parte de todo tipo de encontro onde
houver música regional.O chamamê dançado por argentinos ou uruguaianos, em que
a marcação também é ternária, assemelha-se à marcação da valsa, nada tem a ver
com as loucuras feitas hoje em dia nos nossos bailes, onde acabaram inventando
o chamachote ou choteme e, depois, na hora de dançar um chote, caminham como se
fosse um chamamê.Opções para figuras ou variações dentro do chamamê, seriam
algumas figuras de tango, que, mesmo antes de fazerem parte do tango, já
ilustravam as polcas, chamamês e milongas. Vale dizer aqui rapidamente sobre o
por quê motivo falo do tango: é que este surgiu primeiro como dança, mas depois
se casou com o ritmo do tango andaluz que chegou a região dos pampas. Antes os
passos, que depois virão a casar com o ritmo aprendido nos camdombes, eram
dançados pelos compadritos em ritmos da sociedade de então, entre estes o
chamamê.
Valsa: Walsem (em alemão= andar, peregrinar ou
dar voltas). Daí provém o nome valsa. A dança surgiu do antigo minueto, claro
que com forte influência de ritmos nacionais da Áustria como Leander e o
Deustscher, Tanz sendo a primeira dança de salão de pares enlaçados firmemente.
Nas primeiras notícias sobre valsa, temos menção de apresentações datadas de
1660 em Viena, difundindo-se no ínicio do século passado para a França e a
Inglaterra. Sendo esta dança tocada em compasso ternário allegro, sempre com
diversas partes.
Vanera: Origina-se da habanera, que é um ritmo,
cubano de danças e canções, nome este dado em referência a esta capital Havana
(La Habana).Seu compasso é binário, de moderado a lento ritmo que foi se
popularizar no século XIX e foi muito utilizado por compositores espanhóis e
franceses.No Brasil, influenciou não somente ritmos do Rio Grande do Sul, mas
também outros, como o samba-canção.No Rio Grande do Sul, a nossa vanera adotou
nomenclaturas diversas, como vaneirinha, vanerão ou, ainda, limpa-banco.Dançada
assim, com marcação 2 e 2, nos salões do Rio Grande do Sul, dançada puladinha
(no que lembra o passo do Bugio) ou arrastada, esta marcação é feita em
qualquer direção.O homem inicia com o pé esquerdo indo em diagonal; logo
depois, o segundo passo é dado para frente. Entre estes dois movimentos, o
outro pé desloca-se levemente em um pequeno arrastar.Os pés partem da posição
inicial já indicada nos fundamentos da postura, sendo que os primeiros passos
são feitos como se quiséssemos formar um horário de dez para as duas.
Milonga: É um ritmo argentino, mas de origem
africana e que surgiu no fim séc. XIX. Inicialmente era considerada vulgar. Seu
nome provém do dialeto angolano quimbundo e significa palavra. Foi esse nome
que o povo deu ao canto dos payadores. Nascida nos arredores de Buenos Aires,
alguns autores ainda alegam que teria surgido a partir da mazurca.A milonga foi
introduzida no Rio Grande do Sul inicialmente na fronteira, ao som do violão, o
acompanhamento predileto dos declamadores gaúchos.A milonga no Rio Grande do
Sul é dançada com a marcação de 2 e 1, duas marcações feitas com uma perna e a
outra fazendo deslocamento com um passo para frente ou para trás.
terça-feira, 8 de maio de 2012
QUERÊNCIA
Jayme Caetano Braun
Jayme Caetano Braun
Querência, rincão querido
Do bochincho e do fandango,
Da boleadeira e do mango,
Da coxilha e da canhada,
Querência verde, orvalhada
Dos ventos que se adelgaçam,
Repetindo quando passam:
- Já fui tudo e não sou nada!
Rincão da flor colorada
No topete das morenas,
Do tilintar das chilenas
E do umbu, triste e sozinho
De onde o ben-te-vi, do ninho
Nas alvoradas serenas
Desfia um sem fim de penas
Na evocação de um carinho!
Querência do cusco amigo,
Nobre e guapo companheiro,
Do balcão do bolicheiro,
Da china linda e do trago,
Do paisano que anda vago
Sem parador nem querência
E vai curtindo na ausência
Recuerdos de algum afago!
Querência do mate-amargo
Cevado em fogão tropeiro,
Do redomão caborteiro
Que num upa corcoveia,
Da cruz carcomida e feia
Entre moitas de erva rala,
Que tristemente assinala
Vestígios de uma peleia!
Querência do carreteiro
Sempre a cruzar ao tranquito
Na sina de andar solito
Junto a carreta que passa,
Como duende que esvoaça,
Levando para o infinito
O fardo santo e bendito
Dos atavismos da raça!
Querência de Trinta e Cinco
Que a voz do tempo proclama
Como cenário do drama
De entreveros e guerrilhas
Quando as lanças farroupilhas
Nas arrancadas de glória
Pontilharam nossa história
No verde chão da coxilhas.
Quarência da gaita velha
Que pacholeando se espalha,
Do velho rancho de palha
Abandonado ao rigor
E o pavilhão tricolos
Que foi sinal de batalha
E hoje serve de mortalha
Do gaúcho peleador!
Venceste o rigor dos anos
Querência das noites calmar
Porque és gravada nas almas
Dos que seguiram teu fado
E hão de ficar ao teu lado
Na imensidão do teu bojo
Bebendo o último apojo
Das glórias do teu reinado!!!
Da boleadeira e do mango,
Da coxilha e da canhada,
Querência verde, orvalhada
Dos ventos que se adelgaçam,
Repetindo quando passam:
- Já fui tudo e não sou nada!
Rincão da flor colorada
No topete das morenas,
Do tilintar das chilenas
E do umbu, triste e sozinho
De onde o ben-te-vi, do ninho
Nas alvoradas serenas
Desfia um sem fim de penas
Na evocação de um carinho!
Querência do cusco amigo,
Nobre e guapo companheiro,
Do balcão do bolicheiro,
Da china linda e do trago,
Do paisano que anda vago
Sem parador nem querência
E vai curtindo na ausência
Recuerdos de algum afago!
Querência do mate-amargo
Cevado em fogão tropeiro,
Do redomão caborteiro
Que num upa corcoveia,
Da cruz carcomida e feia
Entre moitas de erva rala,
Que tristemente assinala
Vestígios de uma peleia!
Querência do carreteiro
Sempre a cruzar ao tranquito
Na sina de andar solito
Junto a carreta que passa,
Como duende que esvoaça,
Levando para o infinito
O fardo santo e bendito
Dos atavismos da raça!
Querência de Trinta e Cinco
Que a voz do tempo proclama
Como cenário do drama
De entreveros e guerrilhas
Quando as lanças farroupilhas
Nas arrancadas de glória
Pontilharam nossa história
No verde chão da coxilhas.
Quarência da gaita velha
Que pacholeando se espalha,
Do velho rancho de palha
Abandonado ao rigor
E o pavilhão tricolos
Que foi sinal de batalha
E hoje serve de mortalha
Do gaúcho peleador!
Venceste o rigor dos anos
Querência das noites calmar
Porque és gravada nas almas
Dos que seguiram teu fado
E hão de ficar ao teu lado
Na imensidão do teu bojo
Bebendo o último apojo
Das glórias do teu reinado!!!
Dia 08 de Maio - DIA DA VITÓRIA
8 DE MAIO - DIA DA VITÓRIA
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Comemorando a passagem, a 8 de Maio último, do Dia da Vitória, a Escola Superior de Guerra reverenciou a memória dos que, nos campos de luta, defenderam a soberania nacional com o sacrifício da própria vida; na ocasião, o Juiz Ney Edilson Prado, estagiário da ESG, proferiu o seguinte discurso, alusivo ao evento:
Naquele Glorioso dia, as forças Aliadas punham fim nos campos da Europa à ameaça nazi-fascista que, convulsionando o mundo, levou a milhões de famílias o desespero, o terror, a morte e o luto.
Vinte e nove anos nos separam daquela apoteótico evento, e os 30 milhões de pessoas mortas naquela que foi a guerra travada para acabar com todas as guerras estão hoje, pra muitos, quase esquecidos.
É oportuno e desejável, portanto, que em todos os lugares e oportunidades que se ofereçam, sejam sempre revividos certos fatos relacionados com aquele conflito, que arrastou nações fortes e fracas, grandes e pequenas, ricas e pobres.
A desgraça teve seu início a 1º de setembro de 1939 com a invasão da Polônia. Em abril de 1940, seria a vez do tacão nazista subjugar a Dinamarca e, a seguir a Noruega. Abroquelada na sua linha Maginot, teoricamente intransponível mas ineficaz na prática para conter o ímpeto e o poderio do Exército Alemão, em breve veria a França soar a sua hora trágica.
Os primeiros anos de guerra pareciam confirmar a terrível idéia que os países do eixo totalitário levariam de vencida as nações democráticas. É que, em dado instante, achava-se a Inglaterra sozinha na defesa do mundo livre.
Nesse histórico clima de universal apreensão, Winston Churchill, o lutador de outras guerras, surgia como líder de primeira grandeza. Sob a sua insuperável liderança, soube o grande povo inglês dar também toda a medida do seu valor. Líder e liderados permutavam coragem, resignação e esperança.
Sequiosos, os alemães prosseguiam.
A 7 de abril de 1941, invadiam a Iugoslávia. A 22 de junho, atacavam a Rússia.
Em dezembro do mesmo ano, agredidos pelo Japão, os Estados Unidos aderem à causa aliada, estendendo-se a hecatombe por sobre o Pacífico.
Atacado pelos alemães, e em defesa não somente da honra, da soberania e dignidade nacionais, mas também em nome da liberdade, confiança e respeito entre as nações lançou-se o Brasil, por igual, na grande conflagração.
A participação brasileira no evento foi expressiva, tanto no campo político, como no econômico e, particularmente no militar.
No primeiro, contribuindo decisivamente para o fortalecimento da posição aliada, tanto no plano continental como no mundial. No econômico, fornecendo ao Bloco Aliado materiais estratégicos indispensáveis ao esforço de guerra. E no campo militar, enviado para frente de guerra a sua Força Expedicionária, que gloriosamente cumpriu, apesar de condições e circunstâncias adversas, a missão que lhe foi atribuída.
" Num terreno montanhoso, a cujo píncaros o homem chega com dificuldade; num inverno rigoroso, que a totalidade da tropa veio enfrentar pela primeira vez; e contra um inimigo audacioso, combativo e muito bem instruído, podemos dizer assim mesmo, e por isso mesmo, que os nossos bravos soldados não desmereceram a confiança que neles depositavam os seus chefes e a própria Nação Brasileira."
Diga-se o mesmo, no concernente à Marinha Brasileira, a qual confiou a Nação a ingente tarefa da defesa de sua vasta costa marítima, contra a violenta destruição desenvolvida pelo inimigo. E de tal maneira se conduziram os nossos oficiais e marinheiros, que ao terminar o primeiro ano da nossa beligerância, o Almirante Ernest Hing, Comandante-em-Chefe da Esquadra Norte-Americana, titubeava em salientar a cooperação da Frota Brasileira, responsável pela escolta dos comboios em grande trecho do Atlântico, qualificando-a como modelo de eficiência , regularidade e boa execução.
A nossa heróica Força Aérea teve também participação de destaque nos céus da Europa, bem assim no patrulhamento de nosso litoral.
Os objetivos atribuídos ao Grupo de Caça Brasileiro, consistentes no apoio as forças terrestres, no isolamento do campo de batalha, pela interrupção sistemática das vias de comunicações ferroviárias e rodoviárias e na distribuição da industria e instalações militar do Norte da Itália foram atingidos satisfatoriamente.
Merece destaque também o desempenho eficiente das Forças que aqui permaneceram em apoio e incentivo aos gloriosos expedicionários, na luta contra o nazismo internacional.
Por último não poderia ser esquecido o papel da mulher brasileira, representada pelo valoroso contingente de enfermeiras. Sua missão humanitária e denodada nos hospitais e enfermarias, em muito contribuiu para o êxito da causa.
Graças ao esforço comum, foi possível aos países a liados, grandes ou pequenos, forçar a arrogante Alemanha a render-se incondicionalmente no dia 8 de maio de 1945.
Esse o feito supremo. Essa a grande data que nos cumpre comemorar.
Hoje passados 30 anos devemos exaltar mais a paz do que a vitória. É que logo após a capitulação alemã, uma sombra representada por novo atentado contra a liberdade, partindo agora de um pais aliado, invadiu a cena iluminada pela vitória. Esse fato foi desde logo denunciado por Winston Churchill, em seu célebre discurso de Fulton, a 5 de março de 1946, quando disse:
" Ninguém sabe o que projeta fazer a Rússia Soviética e sua organização comunista internacional no futuro inédito, quais os limites, se é que estes existem, de suas tendências expansionistas e proselitistas."
Não acredito, enfatizou:
" que a Rússia Soviética deseje a guerra. O que eles desejam são os frutos da guerra e a expansão indefinida do seu poder e das suas doutrinas."
E Churchill estava com a razão.
Perfeitamente consciente das enormes vantagens que poderia tirar do desfecho da guerra, e antes mesmo que as cinzas esfriassem, a sombra da ambição soviética estendeu-se pela Europa.
E hoje, após a hecatombe, o que lamentavelmente se constata é que o pesadelo nazi-fascista foi apenas substituído por outro, representado pelo comunismo internacional. Isso porque o conflito ideológico que a Segunda Guerra tentou resolver, na verdade, ressurgiu em nova feição. Uma vez mais a democracia se vê ameaçada por uma outra forma de totalitarismo.
Os valores que estão moveram a Nação Brasileira, e que hoje de novo nos inspiram, são fundamentalmente a democracia e a liberdade, que estruturam e cimentam a união do Mundo Livre.
Esses os princípios que o totalitarismo nazi-fascista ameaçou destruir, pondo em risco a liberdade dos povos e a independência da Nação.
E são esses os mesmos princípios, cuja supressão constitui o objetivo essencial, a que o totalitarismo comunista do extremo oposto pretende atrelar a humanidade. " Ambas as ideologias se tocam em seus extremos, e se confundem no seu horror à liberdade, na sua guerra pela escravização dos povos, na cobiça ilimitada de suas conquistas e no seu bárbaro culto à crueldade."
Se ontem combatíamos nos campos de batalhas a expansão nazi-fascista, agiríamos com incoerências hoje ficássemos inertes diante do expansionismo vermelho.
Há que não esquecer a lição haurida.
Fiéis a nós mesmos, como sempre, empenhemo-nos decisivamente em manter permanentemente viva a chama democrática. Alertados e mais bem preparados, hoje mais do que no passado, estamos em condições de garantir a nossa soberania contra qualquer agressão totalitária.
No mundo de incertezas em que vivemos, é imperioso que nos unamos todos com lealdade, decisão e patriotismo, para fazer do Brasil a pátria grandiosa que tanto almejamos.
Haveremos assim de ser dignos dos que morreram para que pudéssemos ser livres.
Aos heróis vivos daquele tempo, o nosso preito de admiração e respeito. Aos que não retornaram aos braços de seus entes queridos, nesta data de júbilo e tristeza, a perene gratidão dos brasileiros.
FONTE:Revista do Clube Militar - Agosto/1974
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Dia 08 de Maio... Dia da Cruz Vermelha Internacional
Dia da Cruz Vermelha Internacional
A Cruz Vermelha é uma entidade internacional, com sede em vários países do globo, cuja missão é levar assistência a quem necessite, nas mais diversas condições: feridos, prisioneiros, refugiados, enfermos.
Na guerra ou na paz, a Cruz Vermelha tem como primeiro objetivo promover o bem-estar; por isto, suas atividades podem se estender ao campo da educação, da assistência social, da prevenção de doenças, do combate de epidemias, fome e muito mais.
Henri Dunant
Na esfera social, trabalha com minorias (idosos, deficientes físicos e mentais, por exemplo), doentes crônicos, dependendo da realidade de cada país em cada época.
O importante é que a Cruz Vermelha não age sob interesse de nenhum país, empresa ou organização. Seu interesse maior é a vida, sem discriminar etnia ou nacionalidade.
Sua data é comemorada no dia do nascimento de Henri Dunant, que primeiro concebeu a idéia da Cruz Vermelha e acompanhou sua criação. Dunant ganhou o primeiro Prêmio Nobel da Paz, em 1901, e morreu em 1910. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha também recebeu um Prêmio Nobel da Paz em 1917 - o único durante a Primeira Guerra Mundial - e outro em 1944, pelo desempenho na Segunda Guerra. Quando do centenário da Fundação da Cruz Vermelha, em 1963, mais dois prêmios Nobel da Paz: um foi para o Comitê Internacional e outro para a Liga das Sociedades.
COMO SURGIU A CRUZ VERMELHA?
Henri Dunant
A idéia da Cruz Vermelha nasceu em 1859, mais de cinqüenta anos antes de sua efetiva criação e reconhecimento internacional.
Tudo começou quando Henri Dunant, um jovem suíço, se comoveu com o sofrimento no campo de batalha de Solferino, no Norte da Itália, onde os socorros militares não eram suficientes. A forte impressão causada pela dor das pessoas inspirou Henri Dunant a escrever um livro: "Recordações de Solferino", em que descrevia dramáticas cenas da guerra. A partir dali, Dunant já percebia a necessidade de uma entidade que pudesse ajudar pessoas naquele tipo de situação.
A diferença é que, no livro, ele não se limitou a relatar as desgraças da guerra. Mais do que isto, ele sugeria a criação de grupos nacionais de ajuda e apontava a necessidade de se pensar "um princípio internacional, convencional e sagrado", que inspiraria posteriormente a Convenção de Genebra.
Em 1863, também sob influência do livro, seis pessoas se reuniram - entre elas, Henri Dunant - para tomarem providências práticas em relação à situação exposta. Com a presença de representantes de 16 nações, o resultado foi a criação da Cruz Vermelha, a partir de quatro resoluções.
A primeira delas dizia respeito à criação de comitês de socorro, de âmbito nacional, para prover ajuda ao serviço de saúde dos exércitos. Em tempos de paz, seria responsável também pela formação de enfermeiras voluntárias. Também ficou decretada a neutralização de uma equipe de ambulâncias, hospitais militares e pessoal de saúde, a fim de fornecer ajuda sem distinção. Por fim, resolveu-se adotar a cruz vermelha como símbolo, aplicada sobre um fundo branco.
Um ano depois acontecia a primeira Convenção de Genebra, com proposições semelhantes, reunindo assinaturas de 55 países. Era o início da história do direito humanitário.
Nesta época, a Cruz Vermelha era dirigida por cidadãos suíços apenas. As Sociedades Nacionais eram compostas por membros diretamente treinados em primeiros socorros e emergência. Foi após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) que cada Sociedade Nacional formou seu próprio grupo. Unidas, formaram a Liga das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha, hoje conhecida como Federação das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
A preocupação com os direitos humanos levou à atitude contra a guerra e pela paz, principalmente depois da Primeira Guerra Mundial.
Em 1946, este objetivo foi reiterado durante uma Conferência Internacional da Cruz Vermelha, em que se colocou que "... a tarefa essencial da Liga e das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha consiste em um esforço cotidiano para manter a paz e em uma aglutinação de todas as forças e de todos os meios para impedir futuras guerras mundiais". É bom lembrar que isto foi dito em plena Segunda Guerra Mundial.
Dois anos depois, a Conferência Internacional já reunia 46 nações. O marco desta reunião foi a Declaração sobre a Paz.
A Cruz Vermelha Brasileira foi fundada em 1908, com sede no Rio de Janeiro, e tornou-se reconhecida pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha em 1912.
ESTRUTURAS E ATRIBUIÇÕES
Cruz Vermelha
Em sua estrutura internacional, a Cruz Vermelha é formada por um Comitê Internacional e uma Liga das Sociedades, que engloba as diversas Sociedades Nacionais e todas as Sociedades do Crescente Vermelho.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha tem 25 membros suíços e está ligado diretamente às Convenções de Genebra. É um importante órgão de divulgação dos direitos humanitários, com base nos princípios da Cruz Vermelha.
A atividade da Liga das Sociedades da Cruz Vermelha procura coordenar as sociedades-membro no contexto internacional e participar na orientação e no incentivo da criação de novos membros. Fornece apoio operacional em operações de socorro em tragédias internacionais.
Existe ainda a Conferência Internacional da Cruz Vermelha, a mais alta autoridade, convocada de quatro em quatro anos ou quando há alguma necessidade extraordinária. Uma Comissão Permanente coordena as atividades da Cruz Vermelha nos intervalos entre as Conferências Internacionais.
INFORMAÇÕES RÁPIDAS
Desde sua criação, em 1919, a Liga das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha já coordenou mais de 300 operações de socorro de emergência no mundo inteiro.
Na última década, foram lançados cerca de 150 apelos que resultaram em um valor de cerca de 500 milhões de francos-suíços (mais de 750 bilhões de reais).
Ao todo, são 171 Sociedades Nacionais em 171 países.
Para se ter uma idéia, em 1919 havia apenas uma Sociedade Nacional na África; em 1948 eram duas e em 1979 o salto foi enorme. Já eram 37 Sociedades Nacionais.
A Cruz Vermelha salvou pessoas em terremotos nos seguintes países: Guatemala, Itália, Peru, Nicarágua, Turquia e Romênia; inundações, tufões ou ciclones em Bangladesh, Filipinas, Honduras e Romênia; secas na África, Etiópia, Haiti e Somália;
Em 1953, o número de membros adultos era de cerca de 56 milhões.
Fonte: www.ibge.br
Dia Internacional da Cruz Vermelha
08 de Maio
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha é uma entidade internacional sem fins lucrativos, com sede em Genebra (Suíça), que tem o objetivo de socorrer vítimas de guerras e de catástrofes naturais.
Fundada em 1863, a entidade presta assistência às vítimas, fornecendo alimentação, assistência médica e abrigo.
A Cruz Vermelha também desenvolve um trabalho junto aos prisioneiros de guerra, buscando restabeler o contato com seus familiares e localizando os que foram dados como desaparecidos.
Sua prioridade, tendo a neutralidade como princípio, é o não envolvimento em questões militares, religiosas ou políticas.
Para isto, possui quatro bandeiras que são adotadas conforme a cultura da região em que estiver atuando.
Para casos especiais, onde o Comitê não pode usar nenhuma destas três bandeiras, há ainda uma quarta opção - a do Cristal Vermelho - totalmente neutra, de uso excepcional e temporário. Sua forma é de um triângulo eqüilátero.
O dia da Cruz Vermelha é em homenagem a data de nascimento de seu fundador, Jean Henri Dunant.
Ele foi agraciado com o primeiro Prêmio Nobel da Paz, em 1901, vindo a falecer nove anos depois.
A própria Cruz Vermelha também foi agraciada com o Prêmio Nobel da Paz, em 1917.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Oi, Bom Dia! Passei para te convidar para
nosso JANTAR DANÇANTE(ptg general Osório), alusivo ao aniversário do Patrono do
PTG General Osório, Visconde e Marques do Erval Marechal Manuel Luís Osório
(comemorado em 10 de Maio) e homenagem
ao dia das Mães.
Que se realizará dia 11 de Maio na sede do
GBCG, localizado a Rua Duque de Caxias, nº 535, com animação grupo JM, cardápio
será: Arroz ala grega, churrasco (bovino, galeto), salada campeira, salada com
maionese e quibebe, vendas de ingressos antecipadas até dia 09/05/12, valor do ingresso é de R$ 12,00, crianças menores de 07 anos não pagam, contatos
com Gustavo Piñeiro(Patrão) pelo fone 53-84128157 , Anelize (sota-capataz) pelo
fone 53- 91007870 ou com Caetano pelo fone 53-3261-2014/84288831.
Certos de sua atenção e na expectativa de
contarmos com sua participação, desde já agradecemos sua presença.
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