sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Hipismo é a arte de montar a cavalo que compreende todas as práticas desportivas que envolvam este animal. Dentre elas estão as provas de salto, dressage, corridas, polo, etc. Em nível olímpico, esta prática de faz representar pelas modalidades de corrida, salto e dressage. Apesar de existir desde a antiguidade, suas regras e competições modernas surgiram no ano de 1883, nosEstados Unidos. No programa dos Jogos Olímpicos modernos, o hipismo foi incluído nos Jogos de Verão de 1912 em Estocolmo,Suécia.CavaleiroO termo cavaleiro está intimamente relacionado com a cavalaria da Idade Média, mas é empregue hoje para designar o militar pertencente à arma de cavalaria, e por extensão ao homem que anda a cavalo.
TEMPORADA HÍPICA EM JAGUARÃO
TEMPORADA HÍPICA EM JAGUARÃO
Ocorrerá nos dias 27 e 28 de outubro a IV etapa da Liga Hípica da Fronteira Sul no Círculo Militar de Jaguarão (ao lado do quartel).
A competição contará com a participação de cavaleiros e amazonas de diversas partes do país, bem como da República Oriental do Uruguai. O evento será aberto ao público em geral, com entrada gratuita. Convidamos a comunidade jaguarense e da região para prestigiarem este importante evento hípico.
A competição contará com a participação de cavaleiros e amazonas de diversas partes do país, bem como da República Oriental do Uruguai. O evento será aberto ao público em geral, com entrada gratuita. Convidamos a comunidade jaguarense e da região para prestigiarem este importante evento hípico.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Pra o Meu Consumo
Luiz Marenco
Têm coisas que tem seu valor
Avaliado em quilates, em cifras e fins
Em cifras e fins...
E outras não têm o apreço
Nem pagam o preço que valem pra mim
Avaliado em quilates, em cifras e fins
Em cifras e fins...
E outras não têm o apreço
Nem pagam o preço que valem pra mim
Tenho uma velha saudade
Que levo comigo por ser companheira
Por se companheira...
E que aos olhos dos outros
Parecem desgostos por ser tão caseira
Que levo comigo por ser companheira
Por se companheira...
E que aos olhos dos outros
Parecem desgostos por ser tão caseira
Não deixo as coisas que eu gosto
Perdidas aos olhos de quem procurar
Mas olho o mundo na volta
Achando outra coisa que eu possa gostar
Tenho amigos que o tempo
Por ser indelével, jamais separou
E ao mesmo tempo revejo
As marcas de ausência que ele me deixou..
Perdidas aos olhos de quem procurar
Mas olho o mundo na volta
Achando outra coisa que eu possa gostar
Tenho amigos que o tempo
Por ser indelével, jamais separou
E ao mesmo tempo revejo
As marcas de ausência que ele me deixou..
Carrego nas costas meu mundo
E junto umas coisas que me fazem bem
Que me fazem bem...
Fazendo da minha janela
Imenso horizonte, como me convém
E junto umas coisas que me fazem bem
Que me fazem bem...
Fazendo da minha janela
Imenso horizonte, como me convém
Daz vozes dos outros eu levo a palavra
Dos sonhos dos outros eu tiro a razão
Eu tiro a razão...
Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros
Das tantas saudades eu guardo a paixão
Dos sonhos dos outros eu tiro a razão
Eu tiro a razão...
Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros
Das tantas saudades eu guardo a paixão
Sempre que eu quero, revejo meus dias
E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo
Mas deixo bem quietas as boas lembranças
Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...
E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo
Mas deixo bem quietas as boas lembranças
Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...
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